Ambientação

Há 27 anos atrás, os dragões foram dados por extintos graças a uma terrível doença que exterminou as espécies, mas um criador clandestino surge com uma grande quantidade de ovos e o Ministério se empenha para reproduzi-los. Responsável por desenvolver cruzas de dragões para recriar os híbridos antes existentes, o Centro de Pesquisas Thunderbird foi saqueados por comensais que planejavam a criação de um exército poderoso para assumir o controle do Ministério. Em resposta, o governo desmembra o Departamento de Pesquisa e Limitação de Dragões e cria a Sede de Domadores e Cavaleiros de Dragões para tentar se defender da ameaça que vinha.


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Someday...Somewhere!

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Someday...Somewhere!

Mensagem por Olivia Grace Hill Cooper em Sab Jul 08, 2017 1:19 pm

RP FECHADA
A RP é  única e fechada de Olivia Grace Hill Cooper. Interrupções e ataques serão ignorados. É ambientada em um café no centro de Londres trouxa.
O clima é frio e são aproximadamente 18h para 19h.

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Re: Someday...Somewhere!

Mensagem por Olivia Grace Hill Cooper em Sab Jul 08, 2017 9:12 pm




Little Drop of Love  
She is alone, though, more important than all of you, for it was I that I watered. It was her that I put under the tube. It was her that I sheltered with the windshield. It was for her that I killed the larvae . It was her that I heard complaining or bragging about, or even being silent sometimes, since she is my rose
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Era a primeira vez em que a menina loira de longas madeixas se atrevera a sair de seu esconderijo. Por mais que quisesse permanecer naquele lugar para sempre, segura da mulher que havia lhe feito tanto mal, o estômago reclamava com urgência. Não sabia como chegar a lugar algum, era a segunda vez que teria contato com outros seres humanos e uma sociedade. Ainda era cedo quando saiu de dentro daquele contêiner enferrujado e tombado no final de uma rua deserta e sem saída. Tentou passar despercebida pelas ruas, mas dada as suas vestes, uma camisola branca de mangas e uma pantufa de mesma cor, era impossível não atrair olhares. Decorou os lugares em que passou, fora treinada para isso. Avistou ao longe, um lugar bonito com as luzes ainda acessa e o aroma convidativo que vinha de lá, apertou o passo. Ficou do lado de fora, observando pelas vidraças. A noite começava a cair e com ela, o frio. A pequena se admirava com a movimentação e ansiava por um pouco de toda aquela comida. Se escondeu atrás do lixo quando uma moça de cabelos curtos, olhos claros e trajando um terno se sentou próximo a janela. Observou cada movimento da mulher. Logo, chegou outra, de cabelos longos e olhos verdes,vestindo um vestido e se sentou na mesma mesa. As duas pareciam apreensivas, mas em pouco tempo, as pazes foram feitas e tudo o que a criança viu foi amor, puro e sincero amor e ficou encantada. Era a primeira vez que via esse sentimento de perto que seu pequeno coração acelerou. Ela se atreveu a sair de onde estava, com discrição e ficou de pé, vendo as duas mulheres em seu momento particular. O garçom serve a mesa das duas. Os olhos da menina brilham. Ela as vê comendo mas nada pode fazer além de escutar o roncar de sua barriga vazia há dias. Sua vontade era de chegar perto o suficiente para pedir ajuda, mas não conseguiria falar, acabaria sendo pega, era arriscado demais. O garçom serve mais comida. A criança da alguns passos para frente por impulso, chamando a atenção da mulher de cabelo curto que lhe oferece um pouco de seu jantar. A menor balança a cabeça rapidamente com um sim enquanto se aproxima do vidro. Um homem corpulento se aproxima, assustando a loirinha, mas é detido pela maior, que passa um prato para a infante pela janela, que corre para detrás do lixo e começa a devorar o pedaço de torta que ganhou e certamente, a melhor comida que havia comido em toda sua existência que poderia comer uma infinidade daquelas tortinhas. No momento em que acabou de lamber todos os dedos das mãos, voltou a observar as duas jovens. Em sua cabecinha gostaria que alguém lhe desse colo, um beijo, um abraço, um afago ou ao menos que lhe passasse a mão nas bochechas, com amor, sentimento que ninguém nunca lhe teve afeto. Queria que alguém se preocupasse ao menos uma vez, que lhe desse roupas quentinhas, como a moça de  madeixas longas fez com a de madeixas curtas, que por sua vez se recusou colocando todo os abrigos na mulher de vestido por parecerem se preocuparem e se amarem demais. A criança chega a imitar o gesto das duas, sonhando acordada com o dia em que isso possa ser real. Gostaria de dar gargalhadas, sentir cócegas, mas tudo parece muito distante de sua realidade. Quando a pequenininha acorda de seus devaneios, as duas moças estão saindo do local e ela volta a se esconder. Ouve passos vindo em sua direção, gela treme. Escuta uma voz que aos poucos lhe acalma. -Poxa, eu ficaria tão feliz, mas tão feliz se aquela menina linda que eu dei o meu pedaço de torta pegasse o meu casaco para ela, pois está tão frio e esse lanche que eu e minha noiva compramos com tanto carinho para ela. Mas é uma pena que ela não esteja aqui. - Olivia arregala os olhos e dentro de si é alimentado: Uma gota de amor. Como poderia aquelas duas mulheres serem tão generosas com ela? Alguém ainda podia amá-la depois de tanto tempo?  Vários questionamentos surgem em sua cabeça infantil. Ao ouvir os passos se distanciarem, corre para pegar o pacote deixado e o agasalho. Olha para a porta do café e sorri em gratidão, sorriso que é retribuído. Na escuridão, Olie corre como nunca até o seu contêiner. Ao adentrar, liga a lanterna,  veste o terno quentinho e cheiroso, que parecia caber duas dela. Após, abre o saco de papel e se depara com duas tortas, dois croissant, quatro macarrones, um de cada cor, dois crupets e um copázio de chocolate bem quente. A pequena olha para o seu roedor de estimação e lhe oferece algumas migalhas. -Marmelo, hoje nós dois não vamos passar fome e frio. Encontrei duas mulheres lindas que se amam e doam muito amor e sabe, eu me senti amada, a moça de cabelo curto me deu comida duas e este casaco e ela me deu muita comida, olha só! -A pequena mostra o conteúdo do saco ao camundongo que fareja os itens. A menina começa a sonhar em como a vida seria boa com as duas mulheres enquanto come junto com o rato. Logo, se encolhe inteira no conforto do presente que ganhara e o sono lhe toma de conta.





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