[RP FECHADA] - Passeio pela Floresta

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Mensagem por Gwenevire A. Campbell em Ter Set 19, 2017 5:43 pm

Na calada da noite
Olá Convidado, saiba que essa é uma RP FECHADA, entre a dupla inseparável Brandon F. Newcastle e Gwenevire A. Campbell.

Sábado, dia 30 de Setembro, dois jovem decidem fazer uma visita à floresta, mas por diferentes razões. Uma criança para conversar com amigos diferentes, e outra criança na tentativa de descobrir algum segredo ultra-secreto.

Ataques e outros postes sem ser dos dois personagens citados serão desconsiderados.


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Mensagem por Brandon F. Newcastle em Ter Set 19, 2017 8:58 pm




Vamos ver se é verdade...

e não apenas ciúme.


O sol já havia chegado ao seu máximo quando o jovem Newcastle saiu do salão comunal da Grifinória. Perambulava pelos corredores do castelo à procura de alguma coisa para fazer. Em sua cabeça, sua consciência brigava com ele. Tinha que dar meia-volta e terminar uma tarefa de História da Magia. Não iria fazê-la, não hoje. Com um belo dia sol, não seria ele que ficaria engaiolado em uma torre naquele castelo.

Sábado era dia de descansar a cabeça, pelo menos para ele. Outros faziam tarefa, cumpriam detenções, mas ele queria apenas encontrar uma razão para sair da rotina.

Passou por um grupo de alunos da Lufa-Lufa e ouviu uma história de que Gwenevire estaria namorando alguém. A garota vivia sumindo nos horários vagos e nunca era encontrada, e quando voltava para a aula estava sempre com os cabelos desarrumados, as bochechas rosadas, e algumas folhas presas nas vestes e cabelos. Brandon estreitou os olhos para o nada, após ouvir aquele rumor.

Como assim aquela garota está namorando e não me contou nada? Eu nem aprovei esse garoto! Reclamou para si, e sentiu até um pouco de ciúmes. Era evidente que essa situação aconteceria. Gwenevire já chamava a atenção dos meninos do mesmo ano e alguns mais velhos. Ela era uma boa atleta, tinha os olhos brilhantes e bonitos, e era linda por natureza. Fora outros fatores que Brandon não listou mentalmente que provou que ele sentiu um ciúme muito maior.

Teria que seguir os rastros dela. Enquanto caminhava para fora do castelo pensou em alguns locais que ela poderia fugir para 'namorar'. Ela já namora, e eu nunca beijei uma menina... Pensou frustrado. Brandon voltou então à parte dos locais. Poderia estar em um armário de vassouras, mas a garota era muito marota para estar em um local muito apertado, e tinha que ser um lugar escondido. - Floresta Proibida! - declarou, batendo com um punho cerrado na palma da outra mão.

Seus passos eram acelerados, mas ao mesmo tempo silencioso. Era dia e a Floresta Proibida continuava proibida independente do horário e do dia da semana. Não poderia ser visto. Andou mais um pouco até chegar à orla da floresta, contornou a cabana do guarda-caça e por fim pulou o velho portão de madeira pintado de vermelho sangue. Tinha ido com muita destreza, era um goleiro habilidoso e um sorrateiro de primeira.

Seguiu a trilha que havia da entrada da Floresta até um pequeno largo. Uma parte da floresta onde algumas raras vezes aconteciam uma aula de Trato com as Criaturas Mágicas, e antes de ser visto ele desviou o caminho para dentro de uma moita. O seu desvio foi devido a reconhecer uma pessoa naquele loca. Gwenevire. Vestida com traje normal – sem o uniforme escolar, obrigatório durante a semana de aulas - e sentada em um tronco a espera de alguém. Então é verdade, ela está namorando... Pensou triste, ciumento e ao mesmo tempo com raiva. Quando ele aparecer vou azara-lo! e apanhou a varinha lentamente aguardando o melhor momento.

### Post 01 , Gwenevire A. Campbell, voltando à ativa! ©
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Mensagem por Gwenevire A. Campbell em Qua Set 20, 2017 9:00 pm
Brincando com,
hipogrifos.

O dia estava quente demais para estar dentro do castelo. Tinha procurado meus amigos por todos os cantos do castelo, mas parece que todo mundo decidiu fugir hoje, então teria que criar outro plano para me entreter. A sala comunal da lufa estava muito chata e eu não estava com vontade de ir praticar Quadribol a essa hora. Era final de Setembro, o Verão estava acabando, então precisava aproveitar o ar puro e o sol lindo sem nuvens. Quando chega a chuva quase nunca dá para sair para fora do castelo… Então pensei porque não ir à Floresta Proibida visitar meus amiguinhos?

Eu tinha descoberto que tinham nascido alguns hipogrifos há pouco tempo e eram a coisa mais fofa do mundo! Sempre que podia, passava horas com eles, brincando, e com a aprovação das suas famílias, claro. Eles eram bem apegados aos bebês e muito impulsivos quando alguém chegava perto sem pedir autorização. É igual àquele ditado: ‘atacar primeiro, perguntar depois’.

Fui andando pelos corredores, até sair do castelo e tomar o rumo para a Floresta. O dia estava bem bonito, e tinha a sensação que iria aproveitar muito! Não tinha nada marcado então poderia ficar bastante tempo no local, só voltar na hora do jantar.

Fiquei um pouco atenta ao caminho para a orla da Floresta, visto que era proibido entrar lá. Mas duvido que alguém obedecesse a essas regras! A vida tem que ser vivida com alegria e quebrar regras! Que outra maneira se poderia aproveitar todo esse castelo e terrenos?

Quando cheguei ao local normal, onde se encontravam os animais, sentei-me num tronco que estava no chão, limpando a mente e ficando atenta aos barulhos e vozes na Floresta. Tentava ver se eles estavam perto ou longe e já podia ouvir risadas brincalhonas das crias. Adorava minha habilidade de entender os animais. – Sou eu, podem vir! – falei para eles, sentindo os olhares por detrás de algumas árvores e gramas.

Aos poucos eles foram chegando. Dois hipogrifos adultos e três bebês! Sorri e fiz uma reverência, estendendo a mão, esperando que me dessem autorização para me aproximar. Apesar de já estarem acostumados comigo, eu sempre costumava fazer isso. Senti o focinho molhado da mãe tocando na minha mão e ri um pouco. – Estava bebendo água, sua gulosa? – brinquei com ela e acariciei as suas penas.

- Gwen, Gwen! - as crianças se aproximaram e eu me ajoelhei no chão, fazendo carinho nelas também. – Oi meus amores! Como vocês estão gordinhos! Andam comendo muito? – enquanto ia falando com os lindos hipogrifos, escutei um resmungo atrás de um arbusto e virei o rosto, tentando ver o que era, animal ou humano.


### Post 16 , Brandon Newcastle , Hipogrifos são um amor!

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Mensagem por Brandon F. Newcastle em Qua Set 20, 2017 9:56 pm




Aqui jaz um bruxo

um jovem bruxo burro


A ansiedade começou a bater em seu peito enquanto o convidado da sua amiga lufana não aparecia. Brandon estava sentando no meio da relva quando por fim ouviu a voz da garota. Suas sobrancelhas se arquearam de surpresa e junto com elas seu corpo também se levantou. Desviou um pequeno ramo que estava a sua frente e tentou enxergar quem aparecia.

Os passos eram fortes e pesados. Mais velhos... Pensou ele estreitando os olhos e verificando com a ponta do seu polegar a varinha em sua mão. Apertou um pouco mais e a levou para a sua frente passando pelos ramos do arbusto. – Vou pega-lo antes que chegue perto dela... – comentou para fora e deu um salto sem ver quem havia aparecido. – Você não deveria estar se encontrando com alguém mais velho, senhorita G-W-E-N-E-V-I-R-E! – berrou o nome dela anunciando a sua entrada heroica e ciumenta.

Não teve muito tempo para pensar ou ver o que estava acontecendo sentiu seu corpo ser jogado por algum feitiço e logo em seguida um animal de penas passou por cima dela errando o segundo golpe. Brandon caiu na grama de costas. Além de me atacar com um feitiço tenho que aturar um animago maldito me atacando. Na sua cabeça o aluno mais velho era mais experiente em duelo e também ainda contava com a ajuda de ser animago.

Brandon levantou em um pulo, era atlético, por mais que não parecesse. – Vou acabar com a sua raça seu filho de abutre! – bravejou e apontou a varinha para o bruxo em forma de animal. Ele se transforma em hipogrifo... MAS QUE BRUXARIA É ESSA?! pensou desesperado e ouviu em seguida a voz da lufana na suas costas, mas não se dirigia a ele, e sim para o seu amante. Aquilo fez o corpo do grifinório tremer de raiva, ela estava o defendendo.

- Gwenevire, como ousa não me defender deste abutre que é seu namorado? Eu sou mais importante que ele! – resmungou e quando seus olhos azuis encontraram com o dela viu um desespero em seu rosto. E então Brandon teve o intuito de olhar ao redor e ver que ela estava rodeada por hipogrifos, filhos e um adulto. Seu mundo desabou naquele momento. Não queria olhar para frente, mas sabia que o animal era realmente um animal e que o mesmo estava pronto para dilacerar um jovem bruxo, um jovem bruxo burro.

### Post 02 , Gwenevire A. Campbell, voltando à se ferrar! ©
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Grifinória

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Mensagem por Gwenevire A. Campbell em Qua Set 27, 2017 12:43 pm
Brincando com meus
amigos alados.

Olhei para os meus pequenos hipogrifos com orgulho. Eles estavam a crescer a olhos vistos! Já conseguiam mexer as asinhas mas ainda não conseguiam se levantar mais do que meros segundos. – Vocês vão adorar voar! – comentei com eles, afagando o seu pêlo. – E quando isso acontecer eu estarei do vosso lado, de vassoura. – ri e ouvi alguém me chamando com um tom agressivo.

Levantei apressadamente, vendo Brandon aparecer de forma doida e sem responsabilidade nenhuma na frente de hipogrifos. – Você ficou doido?? Alguém mais velho?? – não entendi a insinuação dele. Eu tinha algum encontro marcado e não me lembrava? Olhei para a mamãe hipogrifo que fixava Brandon com um olhar bem duro. Ops, vai dar encrenca. – Brandon seu idiota! – exclamei, no momento que a mamãe começou a enterrar as patas no chão e fazendo sinal que ia correr.

– FLIPENDO – lancei o feitiço nele, o empurrando do trajecto que o animal seguiria. Brandon caiu e a hipogrifo passou longe dele, não conseguindo pisotea-lo. – Calma, está tudo bem! Ele é meu amigo, um pouco burrinho, não entendeu que estava na vossa presença! – tentei aproximar-me da mamãe. - Como ele ousa? Humano ignorante, ameaçando minha família - a mamãe falou e eu mordi o lábio forte. Não conseguia acalmar ela. Os filhotes estavam escondidos atrás de uma pedra, com medo.

Brandon continuava refilando e eu olhei assustada para ele. O garoto não entendia a gravidade da situação?? Ele desrespeitou um hipogrifo! Tentei segurar o pêlo da mamãe e ela levantou as patas dianteiras. – BRANDON! Faz uma vénia, AGORA! – o menino finalmente tinha entendido o que estava a acontecer. Porque ele era sempre tão apressado em julgar as coisas?

A mamãe continuava olhando para ele e batendo as asas. - Ele não quer machucar seus filhos, foi um erro, está tudo certo. Eu estou aqui para ajudar. – continuei tentando acalmar a mamãe, com os filhotes a espreita do outro lado da floresta, na parte de trás de Brandon.


### Post 16 , Brandon Newcastle , RIP Brandon, morto por mamãe hipogrifo  

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Mensagem por Brandon F. Newcastle em Qui Out 19, 2017 7:06 pm




Aqui jaz um bruxo

um jovem bruxo burro


Brandon iria morrer e isso era inevitável. Na sua cabeça passava um filme bem triste de como ele tinha feito e realizados as atitudes erradas para aquela situação. Caído e esperando pelo pior, ele via uma garota morena a tentar acalmar uma ave feroz – que por sua vez – tentava o estripar e dar de comida para seus filhotes.

- Gwenevire! Eu sou muito novo para morrer! – gritou ele com medo da ave-mãe. – Tira essa galin... – e antes de berrar mais uma ofensa para o animal orgulhoso sentiu sua boca ser colada, grudado um lábio no outro. Aquele era um feitiço da amiga para prevenir o pior.

Os olhos azuis do jovem Newcastle encaravam perplexos a lufana, tentando entenderem porque ele tinha confundido um hipogrifo como namorado dela. Seria então ciúmes que ele sentia dela, ou então era traição por ela não lhe envolver em mais nada ultimamente. Nem ele conseguia entender o que lhe acontecia na cabeça.

- Nhãmnhãm... Nhãmnhãm Nhãmnhãm Nhãmnhãm! – respondeu ele para a amiga com a boca ainda colada quando ela mandou ele fazer uma vênia para o animal. Em sua cabeça passava vários tipos de situações. Ele fazia o que Gwenevire pedia e por fim a ave lhe acertava na nuca e arrancava a sua cabeça, em outra situação a ave subia em suas costas e voava com ele o largando no meio do Lago Negro, teve mais três ou quatro situações diferentes com o mesmo final. – Nhãmnhãm! – respondeu ele fechando a cara. – Nhãmnhãm Nhãmnhãm! – gesticulou com os braços tentando se justificar, por fim bateu as mãos sincronizadas nas coxas desistindo de lutar. Fez um sinal da cruz rezando para o Deus trouxa que sua mãe dizia que às vezes realizava alguns milagres. Abaixou seu dorso fazendo uma vênia dura e desengonçada, sem encarar a besta.

O hipogrifo-mãe parecia também relutar e justificava mentalmente a sua decisão para a lufana que também brigava com ela, pelo menos era o que parecia ser com a cara séria que ela fazia. Diferente de Brandon a besta não pareceu lutar tanto e então respondeu a vênia e depois o assustou batendo as asas e se afastando dos dois, com o susto o grifinório caiu na relva e começou a chorar. -  Nhãmnhãm! Nhãmnhãm!

### Post 03 , Gwenevire A. Campbell, morri mudo!
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Mensagem por Gwenevire A. Campbell em Sex Out 27, 2017 3:26 pm
Evitando uma ferida,
mortal.

Brandon estava em risco de morrer. Literalmente. E eu já estava imaginando a detenção que iria pegar por estar na Floresta Proibida e da carta que mandaria aos pais dele explicando tudo. ‘Seu filho foi irresponsável na frente de um hipogrifo e sofreu um mortal acidente…’. É acho que seria bem assim.

- Está tudo bem, não vai acontecer nada com os seus filhotes – continuei acalmando a mamãe e ela lançou um olhar feroz para mim. ‘Ofensa se paga com ofensa. Vou tirar um pedaço dele’. Nossa… ferrou. – Não precisa, eu mesma dou um cascudo nele! Assim não vai aparecer ninguém do Ministério para punir você – tentei parecer razoável, mas estava assustada, e Brandon não estava ajudando.

E foi nessa hora que ele decidiu ser mais idiota ainda. Começei a ouvir um ‘galinha’ a sair da boca dele, quando me virei o mais rápido possível e fiz um feitiço para lacrar os lábios. – BRAN! VOCÊ NÃO PREZA A SUA VIDA, NÉ? – fiz uma careta. Eu ia dar um cascudo nele mesmo, e uma bronca que iria-se ouvir do outro lado do Castelo.

- Faz uma vénia! AGORA – gritei para ele, e lancei um daqueles olhares mortais para ele, enquanto Brandon negava o ‘pedido’. Pedido esse que poderia salvar-lhe a vida. O garoto resmungou e resmungou, o que eu não entendia nada, já que estava com os lábios colados, mas por fim aceitou a única hipótese que existia e fez uma vénia muito mal feita. Revirei os olhos.

- Agora é a sua vez! – apontei para a mamãe com um olhar duro. Nossa estou cansada, física e psicologicamente. – Vamos, vamos. – ela continuava se debatendo. ‘Ele podia ter ferido meus bebés, humano insolente! Não vou tolerar.’ – Ele é meu amigo e eu me responsabilizo por ele. Não vai acontecer nada com sua família, e se acontecer a culpa passa a ser minha. – retorqui e ela acalmou, ainda olhando desconfiada para ele. ‘Vou confiar em você, mas vou ficar de olho nele.’

E com isso fez a vénia para Brandon e afastou-se um pouco para o lado, ainda de olho. Fui ter com Brandon e revirei os olhos, vendo o seu estado. – Finite Encantatem. – parei o feitiço que tinha colocado sobre ele. - Você é idiota mesmo! O que te deu para aparecer assim à frente de um hipogrifo? Não esteve atento às aulas? São animais orgulhosos demais – resmunguei e me sentei no chão, cruzando as pernas. E ouvi ele reclamar.

– Eu não estou escondida nem fugi! Você não me procurou! E eu não tinha o que fazer hoje, vim visitar meus amiguinhos. – suspirei e olhei para os hipogrifos bebés que continuavam escondidos atrás da pedra. – Está tudo bem, meus amores, ele não vai machucar vocês. – fiz um gesto com a mão e o macho-bebé deu alguns passos em frente, parecendo corajoso. – Isso mesmo, meu amor. – ele deu mais uns passinhos e veio vindo, sobre o olhar atento da mãe. ‘Quem é esse? É diferente de você, não é delicado’.

Eu ri. – Ele é macho igual você. – comentei e ele veio para o meu colo e ficou olhando para Brandon. Olhei para o garoto. – Bran, esse é o Malhadinho. E aquela é a Tigresa – introduzi, movendo a cabeça também para a bebé fêmea que se aproximava aos poucos. Brandon estendeu a mão para fazer um carinho no bebé hipogrifo e eu sorri. Acho que tudo daria certo agora.


### Post 17 , Brandon Newcastle , mamãe hipogrifo orgulhosa x humano insolente  

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Mensagem por Brandon F. Newcastle em Sab Out 28, 2017 9:25 am




Aqui jaz um bruxo

um jovem bruxo burro


Brandon estreitou os olhos prestando bastante atenção enquanto ouvia Gwenevire, a lufana salvadora de sua pele, negociar com a hipogrifo-mãe. “Certeza que nessa brincadeira eu que ficarei com a punição mais severa” Pensou enquanto levantava e limpava a veste suja de terra e grama.

Quando finalmente podia falar sentiu-se aliviado parecia que uma tonelada havia saído de dentro da sua boca, mas o alivio logo foi embora quando ouviu a amiga lufana reclamando da sua recente atitude. “Tá parecendo a minha mãe...” Pensou distraído apenas balançando a cabeça para fingir que ouvia o que ela falava. – Olha, sei perfeitamente que o hipogrifo é um animal orgulhoso, só que eu ia saber que seu vulgo namorado era um animal... Nessas horas temos que confiar que poderia ser um boto, sabe que o boto é um animal mágico que se transforma em safadão para atrair as novinhas para o fundo do lago, ou até enchê-las de peixinhos na barriga? – indagou e não esperou resposta dela. – Estava zelando pela sua imagem... Não quero que a garota que eu me preocupo fique falada ou com fama de se envolver com animais mágicos... – resmungou mais um pouco e observou ela não lhe dar atenção.

- Perfeito! – reclamou e por fim sentou-se no chão a acompanhando. Depois de apenas alguns segundos ali quieto ele resolveu desabafar. – Eu te procurei... Mas parece que você fugiu de mim, ou estava se escondendo de uma forma muito suspeita! – informou seu ponto de vista, sem pestanejar a garota lhe respondeu na mesma moeda e assim ficaram até a aproximação de um pequeno hipogrifo.

Eles espreitaram e se aproximaram dela. Brandon ficou em silencio observando a cena, ela era boa com os animais, e ele tinha sido quase um troglodita. Ouviu atentamente os nomes que a lufana dera para seus novos amigos. Teve um pequeno receio de tentar mexer com um deles e ser atacado, já havia escapado da morte uma vez, seria muito arriscado tentar novamente. – Obrigado... – disse em voz baixa para Gwenevire, e também para a Tigresa, que se aproximava dele com medo, mas se aproximava.

FIM

### Post 04 , Gwenevire A. Campbell, estou vivinho da silva!  
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