Ambientação

Há 27 anos atrás, os dragões foram dados por extintos graças a uma terrível doença que exterminou as espécies, mas um criador clandestino surge com uma grande quantidade de ovos e o Ministério se empenha para reproduzi-los. Responsável por desenvolver cruzas de dragões para recriar os híbridos antes existentes, o Centro de Pesquisas Thunderbird foi saqueados por comensais que planejavam a criação de um exército poderoso para assumir o controle do Ministério. Em resposta, o governo desmembra o Departamento de Pesquisa e Limitação de Dragões e cria a Sede de Domadores e Cavaleiros de Dragões para tentar se defender da ameaça que vinha.


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[RP FECHADA] Alguém esqueceu

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[RP FECHADA] Alguém esqueceu

Mensagem por Aaron J. Adams em Qua Jun 28, 2017 6:25 pm



Alguém esqueceu
RP FECHADA destinada a fiscalização de trabalho. É só mais um terça-feira normal no dia de Aaron J. Adams, com os problemas rotineiros de seu trabalho. Ataques não são permitido e nem intervenção de terceiros. RP de postagem única.
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Re: [RP FECHADA] Alguém esqueceu

Mensagem por Aaron J. Adams em Qua Jun 28, 2017 7:19 pm

Eu trabalho
você trabalha
O barulho de cadeiras arrastando abafava qualquer xingamento vindo dos embaixadores e seus assessores. - Maldito dia para pedir alguma coisa a esses homens! - Resmungou Aaron para um colega, Ethan era um colega de escola e agora o embaixador dos Estados Unidos na Inglaterra. Ele não estava feliz, na verdade a sua expressão com o comentário de Adams o fez revirar os olhos e ajeitar as calças igual um velho gordo e bêbado. - Então não peça-me nada, Adams! - Aaron riu, deu pequenas palmadinhas no ombro do amigo e o acompanhou para fora da cúpula que estiveram enfurnados a manhã toda. - Vamos com calma, Ethan! Ainda temos a tarde toda para irritarmo-nos com os colegas de trabalho. - Aaron sorria, ele não encontrava-se em seu total espirito de felicidade naquele fim de manhã, mas não levaria a nada ficar irritado no trabalho. Sempre mantinha a calma, o máximo que conseguia. Em casa principalmente. Analisou o relógio de pulso e certificou-se do horário do almoço. - Vamos! Vamos almoçar, que você fica muito chato com fome. - Ethan permitiu-se rir. Eles seguiram no amontoado de capas pretas até fora da cúpula, pelo incrível que pareça Aaron encontrava-se com uma daquelas capas. Não por seu bel prazer, mas por regras que o obrigavam a usar aquele maldito pedaço de pano.

[...]

Ele arrumou o cabelo pela milésima vez naquele dia, assim como a barba e o terno cinza que usava. Talvez a gravata vermelha com bolinhas brancas fosse chamativa, mas havia ganhado de sua filha Harley e por isso era linda. Bocejou. Sorveu de seu amargo café trouxa e deixou a caneta sobre a mesa de carvalho escuro. O homem não possuía muito tempo para sentar em sua cadeira e ficar somente em sua sala trabalhando, precisava correr de um lado para o outro na grande área que era o Departamento de Cooperação Internacional em Magia. As pernas longas andavam freneticamente, a cabeça de Adams parecia prestes a explodir em um turbilhão de pensamentos e afazeres. Estacou. Na verdade foi puxado, após voltar-se para a pessoa que o havia barrado Aaron sorria amarelo. Era a embaixadora da China, com suas roupas típicas e seu tamanho de gnomo de jardim – que a deixava extremamente fofa. - Boa tarde, senhora Wang! - Aaron fez uma leve mesura para a mulher, as mãos atrás do corpo e a postura altiva mostravam respeito a senhora baixinha. Mantendo, sempre, um olhar firme no dela. A mulher o cumprimentou com o forte sotaque no precário inglês, Aaron esforçou-se para acompanhar tudo que a mulher falava. Uma sobrancelha erguida tentava arrumar todas as palavras ditas em algo com sentido sólido.

- Senhora Wang, peço desculpas pelo descaço de meu departamento em relação ao tráfico de pequenos filhotes do dragão meteoro-chinês. Vou assegurar-me pessoalmente dos aurores que trabalharão neste caso e todos os outros envolvidos. - ”droga, droga e mais droga!” Aaron poderia parecer calmo, mas havia se irritado de verdade. Seu sangue começava a borbulhar, enquanto mantinha as mãos delicadas da mulher entre as suas dava pequena palmadinhas, assinalando que faria o que era possível para resolver o problema e que ela não deveria preocupar-se. Senhora Wang conversou sobre amenidades com o homem, mas no final da conversa relembrou seu pedido de forma firme. Aaron passou as mãos pelos cabelos, sinalizou para que o assistente continuasse a caminhada até o responsável pela Copa Mundial de Quadribol e virou-se em direção ao superior da área de comercio internacional.
- Olá, senhor Smith! - Cantarolou Adams. - Qual é o problema de hoje? - Ele era um homem um pouco mais velho que Aaron, mas completamente diferente. Um único filho, uma esposa padrão, sempre muito sóbrio e ético, nenhuma tatuagem ou barba. Chato! Aaron não tinha nenhum ponto negativo com o homem, mas ele parecia odiar o americano de pele marcada. Adams riu ironicamente, um rosnar baixo e lento. - Alguém esqueceu da urgência no caso de tráfico de dragões da China. - Um vinco formou-se em sua testa, ponderando sobre quem teria esquecido o assunto. Era óbvia a falsidade de Aaron, ele inclinou-se sobre a mesa do homem. As mãos espalmadas sobre o carvalho escuro, a cabeça rente ao homem loiro e de belo aspecto. - Smith, você sabe para que serve aquele carimbo de urgência? - A pronuncia era baixa, uma melodia cruel que questionava sem pudor. - Normalmente as pessoas usam para assuntos muito importantes, você é um homem respeitado por aqui. Muito mais respeitado que eu! Então eu só enviei o relatório e as ordens para você, não esperava vir aqui e precisar lembrar-lhe de seus afazeres. - Aaron ponderou a questão, sentia o nervosismo do homem. Era o que queria, mas não sentia-se orgulhoso daquilo. - Espero que tome logo as providências, mas se não sentir-se capaz de fazer o trabalho é só avisar! Tenho certeza que existem muitos pelo Ministério loucos para fazer um trabalho de tamanha magnificência! - O homem ergueu o corpo, os braços jogados para cima em demonstração de insatisfação. Controlou-se. – Senhor Adams, acho suas atitudes injustificáveis. Eu sou um homem muito atarefado, se esse assunto realmente precise de real dedicação porquê você mesmo não trata dele? - Adams estava com as mãos enfiadas nos bolsos das calças, as feições sérias eram bem marcadas. - Boa virada, mas lembre-se que os dragões estão entrando no país junto com mercadorias chinesas e você cuida do comércio internacional. Eu poderia dedicar-me 100% nesta questão, mas diga-me, senhor Smith, o que acontece com todo o resto? Somos uma equipe, cada um faz sua parte para que o departamento funcione e todos os departamentos funcionam para que o Ministério continue inteiro e vivo. Se você não ajudar e fazer sua parte nesta questão e não passar o assunto para frente quer dizer que não tem capacidade para ocupar o seu cargo! - Aaron estava exasperado, esta era a verdade, mas não demonstrou isso nem por um segundo. Ele não entendia toda a negligência vinda do colega de departamento, o trabalho era fácil, precisava reunir as informações e, junto com os aurores, investigar e entrar em ação. Como de costume Adams encontrava-se em completo desespero por não ser capaz de fazer algo sozinho, sentia-se como uma criança aprisionada.

A conversa com Smith havia sido longa, cansativa e tensa. Aaron queria um banho, sua cama e todos seus filhotes ao seu lado. Sentado em sua sala remoendo tudo que havia feito durante a tarde, sentia-se um completo idiota por inúmeras de suas ações com Smith, mas em seu interior alguém dizia que era preciso. Bata de frente e mostre quem manda, era o que sua mãe dizia toda vez que o largava na frente da escola trouxa. Naquela época era fácil, ele apanhava na escola e a mãe o tratava com magia em casa. Era uma criança e cometer erros era aceitável, mas agora tudo poderia se desmanchar não havia espaço para nenhum erro. Bocejou. O relógio marcava oito horas. ”Charlotte vai me matar!”. Jogou a cabeça para trás, o pequeno clic da porta abrindo foi o suficiente para fazê-lo abrir os olhos cor âmbar.  – Boa noite, senhor Adams! – Aaron levantou a mão despedindo-se do assistente. - Boa noite! Tome cuidado. - O garoto era muito velho para ser filho de Aaron, mas o homem havia ajudado na criação dos irmãos mais novos com isso sentia-se preocupado todas as noites quando o jovem magricelo voltava para casa. Adams passou as mãos pelo rosto. - Hora de ir para casa! - Encarou a sala vazia, o terno cinza estava pendurado no braço e a pasta firme entre os nós dos dedos. Fechou a porta de seu escritório e rumou para as verdes lareiras do Ministério da Magia.


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